Pesquisa aponta desmame precoce
08:17 Edit This 1 Comment »Por Flávia Passos Leite
Douglas França, 4 anos, aprendeu cedo que para crescer saudável é preciso se alimentar bem. Sua mãe, Rita do Nascimento, 38 anos, sempre seguiu as orientações da pediatra e buscava informações em livros e internet sobre a alimentação das crianças. Hoje, Douglas come um pouco de tudo e Rita pode observar que seu filho se desenvolve sem problemas.
Pesquisadores da UFBA publicaram, em 2005, um estudo sobre amamentação e alimentação complementar nos dois primeiros anos de vida, constatando que o desmame é feito precocemente, assim como a introdução de alimentos, o que pode favorecer o aparecimento de alergias e intolerância alimentar. Os dados ressaltaram ainda que o mingau (preparação à base de leite de vaca, açúcar e espessante de milho e arroz) já tem lugar de destaque na alimentação da criança, sobressaindo entre as frutas e verduras.
Segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde Brasileiro, o leite materno deve ser oferecido exclusivamente à criança até os 6 meses de vida. A partir desta idade os alimentos devem ser introduzidos à dieta, mantendo o aleitamento materno até 2 anos ou mais. “A alimentação adequada durante os primeiros dois anos de vida irá favorecer o crescimento adequado, prevenir doenças infecciosas principalmente diarréia, prevenir anemia e alergias alimentares. Além disso, irá favorecer a formação de bons hábitos alimentares ao longo da vida”, explica Valterlinda Alves de Oliveira, professora, mestre em nutrição e integrante da pesquisa.
Alimentação balanceada
Rita do Nascimento fez tudo que foi recomendado com Douglas. Ela o amamentou até 2 anos e 3 meses. A partir do sexto mês acrescentou à alimentação frutas, verduras, leguminosas, cereais, carnes. Mesmo após a licença maternidade e o retorno ao trabalho Rita amamentava e tomava todos os cuidados com a alimentação de seu filho. “Eu ensino a ele que deve comer tudo para ficar forte, inteligente e para os ossos não quebrarem”, conta rindo.
Ana Regina Carvalho Santos ofereceu exclusivamente leite
materno a Samara Santos até os 4 meses. A partir desta idade passou a dar o leite NAN H.A., intermediário entre o leite materno e o leite de vaca. A partir dos 5 meses começou a introduzir a comida de sal. Hoje, Samara está com 7 meses, mama pela manhã e se alegra na hora das refeições e até pede chorado quando demoram de lhe colocar a colher na boca. Ela come frutas, verduras, legumes, carne branca e grãos.
Douglas França, 4 anos, aprendeu cedo que para crescer saudável é preciso se alimentar bem. Sua mãe, Rita do Nascimento, 38 anos, sempre seguiu as orientações da pediatra e buscava informações em livros e internet sobre a alimentação das crianças. Hoje, Douglas come um pouco de tudo e Rita pode observar que seu filho se desenvolve sem problemas.Pesquisadores da UFBA publicaram, em 2005, um estudo sobre amamentação e alimentação complementar nos dois primeiros anos de vida, constatando que o desmame é feito precocemente, assim como a introdução de alimentos, o que pode favorecer o aparecimento de alergias e intolerância alimentar. Os dados ressaltaram ainda que o mingau (preparação à base de leite de vaca, açúcar e espessante de milho e arroz) já tem lugar de destaque na alimentação da criança, sobressaindo entre as frutas e verduras.
Segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde Brasileiro, o leite materno deve ser oferecido exclusivamente à criança até os 6 meses de vida. A partir desta idade os alimentos devem ser introduzidos à dieta, mantendo o aleitamento materno até 2 anos ou mais. “A alimentação adequada durante os primeiros dois anos de vida irá favorecer o crescimento adequado, prevenir doenças infecciosas principalmente diarréia, prevenir anemia e alergias alimentares. Além disso, irá favorecer a formação de bons hábitos alimentares ao longo da vida”, explica Valterlinda Alves de Oliveira, professora, mestre em nutrição e integrante da pesquisa.
Alimentação balanceada
Rita do Nascimento fez tudo que foi recomendado com Douglas. Ela o amamentou até 2 anos e 3 meses. A partir do sexto mês acrescentou à alimentação frutas, verduras, leguminosas, cereais, carnes. Mesmo após a licença maternidade e o retorno ao trabalho Rita amamentava e tomava todos os cuidados com a alimentação de seu filho. “Eu ensino a ele que deve comer tudo para ficar forte, inteligente e para os ossos não quebrarem”, conta rindo.
Ana Regina Carvalho Santos ofereceu exclusivamente leite
materno a Samara Santos até os 4 meses. A partir desta idade passou a dar o leite NAN H.A., intermediário entre o leite materno e o leite de vaca. A partir dos 5 meses começou a introduzir a comida de sal. Hoje, Samara está com 7 meses, mama pela manhã e se alegra na hora das refeições e até pede chorado quando demoram de lhe colocar a colher na boca. Ela come frutas, verduras, legumes, carne branca e grãos.Bernardo de Oliveira corre e brinca pela casa durante todo o dia. Ele ainda não sabe, mas sua mãe Maria Carolina de Miranda sempre buscou o melhor para sua saúde. Quando voltou a trabalhar, após 3 meses de licença, seu leite diminuiu e após 6 meses passou a oferecer o leite de soja a Bernardo. A alimentação, introduzida a partir dos 4 meses, sempre foi balanceada, com sucos, frutas, papinhas de legumes e verduras, carboidratos e carnes.

Mídia lado a lado das empresas
14:06 Edit This 0 Comments »Por Flávia Passos Leite
A mídia é totalmente dependente das empresas, visto que são estas que pagam o salário no final do mês dos jornais, em todas as formas nas quais se apresentam (impresso, online, televisão, rádio). É como se houvesse um contrato de apoio entre elas. Um jornal não pode criticar a todo instante uma grande organização que é fiel anunciante em seu veículo.
O filme Obrigado por fumar (Thank you for smoking – 2005) mostra um pouco disso. O longa retrata a vida do lobista americano, Nick Laylor, que é porta-voz da indústria de cigarro. O personagem é ainda amigo dos representantes das indústrias de álcool e armas. Nick tem que conviver diariamente com os ataques à indústria de tabaco, que recaem sobre ele, e ainda reverter a situação para que pareça que o cigarro é uma coisa boa e que deve ser consumido.
É tudo um jogo de palavras e manipulação. As empresas sabem da necessidade de conquistar a mídia, ou pelo menos caminhar junto com ela, já que é esta que tem acesso direto a opinião pública, manipulando-a muitas vezes. Por isso, as organizações investem milhões de reais por ano em assessores de comunicação e relações públicas, e, é claro, em propaganda.
Um grande exemplo de manipulação da mídia pôde ser observado na ascensão de Fernando Collor de Melo, quando se candidatou à Presidência da República, em 1989. Lula era o favorito, mas quando a grande mídia, puxada pela Globo, percebeu que Collor representaria melhor seus interesses fez campanha maciça e garantiu sua vitória. Pouco tempo depois, quando os interesses mudaram, a mesma emissora contribuiu para a deposição do presidente.
Ou quando grandes empresas, como a Petrobras, causam danos ambientais e são obrigadas a pagar multa; a mídia anuncia o fato, mas logo esquece e não acompanha o caso ou faz reflexões maiores acerca do ocorrido. Os assessores de comunicação são pagos para isso. Eles devem saber utilizar as palavras, driblar os jornais, ter poder de contra-argumentar, e ter toda uma opinião à favor do seu representado para que possa contornar as situações ruins que apareçam para querer derrubar a empresa.
Voluntariado em rede
14:06 Edit This 1 Comment »Resumido por Flávia Passos Leite
Através das associações e ONGs é perceptível a presença da força da união de pessoas da sociedade civil. Muitos, porém, ressaltam apenas esta dimensão institucional do voluntariado e se esquecem as que soluções para as comunidades provêm do talento e criatividade pessoal de cada indivíduo.
Diferente das organizações que oferecem modelos burocráticos de participação voluntária, existe uma perspectiva chamada de "voluntariado em rede" ou "voluntariado 2.0", cujo lema é: quem quer vai e faz, ou seja, o voluntário é o agente promotor de suas próprias ações.
Para conseguir atingir sua meta, sem precisar recorrer a instituições tradicionais, as pessoas podem contar umas com as outras, ajudadas pelas novas tecnologias. Um exemplo desta rede de cooperação pode ser observada na Wikipédia.
Como estes novos modelos de colaboração podem ser utilizados pelo voluntariado? O V2V (Volunteer-to-Volunteer), criado no Rio de Janeiro, surgiu com o intuito de ajudar os indivíduos a promover oportunidades de ação voluntária, sem precisar fazer parte de uma organização formal. O V2V incentiva os voluntários a não serem apenas consumidores de ações de outros voluntários, mas, também, produtores.
O V2V formou uma parceria internacional, tornando-se um projeto global. Assim, existem grupos em várias partes do mundo unindo-se para limpar parques, organizar visitas a asilos, reciclar, aproveitar os recursos da empresa da melhor maneira.
Assim, uma pessoa que está nos Estado Unidos pode se identificar com a ideia de uma que esteja no Kuwait e descobrir um novo projeto. Assim vão surgindo novos líderes e iniciativas e as redes vão sendo formadas.
Resumo do texto Voluntariado em Rede, de Bruno Ayres e Marianna Taborda. O texto original encontra-se no livro Para entender a internet, organizado por Juliano Spyer.
Spam
13:51 Edit This 0 Comments »Resumido por Flávia Passos Leite
Em seu texto "Spam", Marcelo Vitorino, consultor de marketing e empresário, afirma que a internet é uma ferramenta que sofre com a diferença de etnias, credos e motivações dos seus usuários, o que ocorre, também, em cidades grandes.
O spam é o nome dado às mensagens enviadas eletronicamente sem permissão do destinatário, sendo propagado por e-mails, redes sociais, comunicadores instantâneos, telefones celulares.
Mas até que ponto um e-mail pode ser considerado spam? Levando em conta a definição, uma pessoa pode ser spammer se enviar uma mensagem a um parente, sem que este peça ou autorize explicitamente.
Mesmo que os usuários não percebam os impactos, é notório que a internet fica congestionada devido ao grande número de mensagens desse tipo enviadas diariamente.
As grandes empresas da internet já têm implementado filtros de contenção da praga, como é o caso da Google e Microsoft. As práticas de aceitação de um e-mail mudam frequentemente e alguns provedores bloqueiam temporariamente o recebimento de mensagens enviadas por uma mesma pessoa.
Se antes o spam era proveniente de mensagens comerciais, atualmente aparecem disfarçadas de entidades conhecidas para aplicar golpes eletrônicos. Como estes têm funcionado, alguns já defendem a cobrança de uma quantia por e-mail enviado, o que acaba prejudicando o usuário comum.
O spam também pode ser considerado invasão de privacidade como alguns especialistas defendem, o que Vitorino discorda. O autor afirma que com a internet, muitos estão expostos. Por isso devem assumir o bônus e o ônus de estar conectado.
Resumo do texto Spam, de Marcelo Vitorino. O texto original encontra-se no livro Para entender a internet, organizado por Juliano Spyer.
Um portal democrático
13:42 Edit This 0 Comments »
Por Flávia Passos Leite
Participação e interação. Estas palavras mostram como o portal e-democracia funciona para ajudar os brasileiros a terem voz na política do país. O presidente da Câmera dos Deputados, Michel Temer, alerta para a necessidade desta iniciativa, já que é uma ferramenta que deve ser utilizada pelos cidadãos para que haja uma ampla discussão acerca de temas que influenciam as políticas públicas.
Trata-se de um sistema de debates, do qual fazem parte deputados, especialistas e a população. Todos podem participar de fóruns, enquetes, fazer perguntas e obter respostas sobre alguns temas que estão sendo amplamente comentados. Os jovens podem discutir acerca de capacitação para o trabalho, educação e esportes e todos podem opinar com relação ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável.
Monique Tavares, estudante de jornalismo, afirma que o portal "é muito importante para desenvolver a democracia no país". É uma maneira rápida e dinâmica de contribuir para a elaboração de projetos de lei. Para fazer parte deste projeto basta acessar: www.edemocracia.camara.gov.br.
Participação e interação. Estas palavras mostram como o portal e-democracia funciona para ajudar os brasileiros a terem voz na política do país. O presidente da Câmera dos Deputados, Michel Temer, alerta para a necessidade desta iniciativa, já que é uma ferramenta que deve ser utilizada pelos cidadãos para que haja uma ampla discussão acerca de temas que influenciam as políticas públicas.
Trata-se de um sistema de debates, do qual fazem parte deputados, especialistas e a população. Todos podem participar de fóruns, enquetes, fazer perguntas e obter respostas sobre alguns temas que estão sendo amplamente comentados. Os jovens podem discutir acerca de capacitação para o trabalho, educação e esportes e todos podem opinar com relação ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável.
Monique Tavares, estudante de jornalismo, afirma que o portal "é muito importante para desenvolver a democracia no país". É uma maneira rápida e dinâmica de contribuir para a elaboração de projetos de lei. Para fazer parte deste projeto basta acessar: www.edemocracia.camara.gov.br.
A vivência no exterior tem animado jovens
18:12 Edit This 0 Comments »Por Flávia Passos Leite
"O intercâmbio me ajudou a aprender a lidar com as diferenças e com minhas emoções, além de ter me proporcionado conhecer pessoas maravilhosas. Outro grande benefício de ter participado do programa foi adquirir fluência no Inglês", afirma Andreza Bartilotti, 22 anos, estudante de medicina.
A jovem morou nos Estados Unidos na casa de uma família voluntária durante 10 meses, enquanto cursava o 2º ano do Ensino Médio. "Eu tinha muita vontade de dominar uma língua estrangeira e sabia que um intercâmbio é um grande diferencial na hora de se conseguir um emprego. Além disso, queria entrar em contato com outra cultura", afirma Bartilotti. Participar de um programa é o sonho de muitos brasileiros. Eles vão em busca de um aperfeiçoamento pessoal ou profissional e se sentem realizados com os resultados.
De acordo com a Belta – Brazilian Educational & Language Travel Association, empresa que reúne as principais instituições brasileiras que trabalham nas áreas de cursos, estágios e intercâmbio no exterior, no ano de 2005, aproximadamente 54.6 mil brasileiros, na faixa de 18 a 30 anos, optaram por uma dessas iniciativas, 30% mais que os 42 mil estudantes que embarcaram em 2004 e os 35 mil em 2003.
O programa
de High School, Ensino Médio, é um dos mais procurados por jovens entre 14 e 17 anos. Os "mini-embaixadores", como são chamados os participantes deste programa, moram 5 ou 10 meses em outro país enquanto cursa uma série ou metade dela. Eles convivem com famílias nativas ou moram dentro das próprias escolas, se forem para colégios particulares. Assim, há uma troca cultural. Os intercambistas aprendem sobre um estilo de vida diferente e os nativos aprendem sobre o Brasil, por isso o nome "mini- embaixadores".
O destino mais procurado para o programa de High School são os Estados Unidos. Segundo Dinara Cavalcanti, 67 anos, que já enviou em torno de 600 brasileiros ao exterior pelo programa de High School e atualmente é sócia da filial da agência de intercâmbio Student Travel Bureau – STB, localizada no Itaigara, essa grande procura se deve ao fato de que os programas americanos são mais baratos. "Tudo começou após a II Guerra Mundial. Era uma forma de trazer jovens dos países destroçados para verem a cultura e usufruírem das escolas do governo".
O ano de High School nos Estados Unidos custa em média US$7.150, o equivalente a R$16.731. Já quem vai a Austrália investirá AU$25.787 – R$45.308. O investimento será maior se os intercambistas optarem pela Suíça. Se a escolha for a escola internacional Leysin, localizada na região francesa do país, o preço fica em torno de CHF$72.000 – R$151.972.
Outro forma de intercâmbio bastante procurada por pessoas de várias idades é o curso de idioma no exterior. É uma forma de aprender e conhecer uma nova cultura. Segundo a gerente da filial da STB no Itaigara, Madja Albuquerque, tanto jovens quando adultos procuram este tipo de programa para ter uma vivência internacional, além do aperfeiçoamento profissional e pessoal. "Muitos não puderam estudar o idioma quando pequenos, por isso aproveitam a oportunidade quando amadurecem", explica.
Experiência – George Barbosa, 23 anos, administrador, participou de um curso de um mês no Canadá para aperfeiçoamento da língua para utilização profissional. "Conhecimento e cultura são coisas que ninguém tira da pessoa. Uma viagem como esta proporciona uma visão de mundo diferente, um aprendizado constante e uma experiência inigualável. O aprendizado da língua torna-se mais eficiente e, por vezes, imperceptível; portanto, sinto mais facilidade de comunicação o qual auxilia nas minhas atividades profissionais".
A jovem morou nos Estados Unidos na casa de uma família voluntária durante 10 meses, enquanto cursava o 2º ano do Ensino Médio. "Eu tinha muita vontade de dominar uma língua estrangeira e sabia que um intercâmbio é um grande diferencial na hora de se conseguir um emprego. Além disso, queria entrar em contato com outra cultura", afirma Bartilotti. Participar de um programa é o sonho de muitos brasileiros. Eles vão em busca de um aperfeiçoamento pessoal ou profissional e se sentem realizados com os resultados.
De acordo com a Belta – Brazilian Educational & Language Travel Association, empresa que reúne as principais instituições brasileiras que trabalham nas áreas de cursos, estágios e intercâmbio no exterior, no ano de 2005, aproximadamente 54.6 mil brasileiros, na faixa de 18 a 30 anos, optaram por uma dessas iniciativas, 30% mais que os 42 mil estudantes que embarcaram em 2004 e os 35 mil em 2003.
O programa
O destino mais procurado para o programa de High School são os Estados Unidos. Segundo Dinara Cavalcanti, 67 anos, que já enviou em torno de 600 brasileiros ao exterior pelo programa de High School e atualmente é sócia da filial da agência de intercâmbio Student Travel Bureau – STB, localizada no Itaigara, essa grande procura se deve ao fato de que os programas americanos são mais baratos. "Tudo começou após a II Guerra Mundial. Era uma forma de trazer jovens dos países destroçados para verem a cultura e usufruírem das escolas do governo".
O ano de High School nos Estados Unidos custa em média US$7.150, o equivalente a R$16.731. Já quem vai a Austrália investirá AU$25.787 – R$45.308. O investimento será maior se os intercambistas optarem pela Suíça. Se a escolha for a escola internacional Leysin, localizada na região francesa do país, o preço fica em torno de CHF$72.000 – R$151.972.
Outro forma de intercâmbio bastante procurada por pessoas de várias idades é o curso de idioma no exterior. É uma forma de aprender e conhecer uma nova cultura. Segundo a gerente da filial da STB no Itaigara, Madja Albuquerque, tanto jovens quando adultos procuram este tipo de programa para ter uma vivência internacional, além do aperfeiçoamento profissional e pessoal. "Muitos não puderam estudar o idioma quando pequenos, por isso aproveitam a oportunidade quando amadurecem", explica.
Experiência – George Barbosa, 23 anos, administrador, participou de um curso de um mês no Canadá para aperfeiçoamento da língua para utilização profissional. "Conhecimento e cultura são coisas que ninguém tira da pessoa. Uma viagem como esta proporciona uma visão de mundo diferente, um aprendizado constante e uma experiência inigualável. O aprendizado da língua torna-se mais eficiente e, por vezes, imperceptível; portanto, sinto mais facilidade de comunicação o qual auxilia nas minhas atividades profissionais".
Maria Clara Pires e George Barbosa - Canadá
Um dos países muito procurados para cursos é a Inglaterra. De acordo com Madja isso se deve ao fato do país ter uma tradição com o ensino do idioma, além da pessoa poder trabalhar enquanto estuda. O Canadá é outro destino favorito de brasileiros. Segundo o Centro de Educação Canadense (CEC) Brasil, organização que divulga o Canadá pelo mundo, no ano de 2006, foram emitidos para estudantes brasileiros 11,956 vistos. Estima-se que em 2007 mais de 15 mil brasileiros foram ao Canadá com propósito de estudos.
Vantagens – Segundo Madja o intercâmbio "auxilia o desenvolvimento da capacidade de se adaptar a mudanças, do amadurecimento, da responsabilidade; aumenta a oportunidade na carreira e enriquece o currículo, além de ser fundamental para quem quer aprender enquanto se diverte, conhecendo pessoas do mundo todo".
Uma grande vantagem de uma viagem estudantil ao exterior é o contato direto com a cultura local. A dentista Maria Clara Pires, 23 anos, foi ao Canadá com seu noivo, George Barbosa, para aprimorar seu nível de inglês e pôde observar vários aspectos culturais do país. "Tudo e bastante organizado, o serviço público é igual para todos e funciona muito bem. Todas as pessoas têm acesso aos serviços básicos. Qualquer coisa que a pessoa faça errado recebe uma multa, como por exemplo, jogar lixo na rua, atravessar o sinal vermelho para pedestre", afirma.
Os benefícios de uma vivência internacional são grandes e os que podem participar de um programa se sentem diferentes após o retorno ao Brasil. "Sinto-me mais amadurecido depois dessa experiência, passei a enxergar muitas coisas com outro olhar. Aprendi a me virar sozinho, a ouvir e obedecer, controlar a emoção, fazer amizade com pessoas diferentes, ser mais solidário", afirma Breno Rocha, "mini-embaixador" do Brasil nos Estados Unidos.
Agências – Segundo a Belta existem cerca de 50 agências de intercâmbio no Brasil. Izabel Maia, sócia da ELC Intercâmbio, localizada em Recife, afirma que "é indiscutível o papel importantíssimo que a agência de intercâmbio tem nesta experiência do aluno. É esta quem intermedia, prepara e oferece apoio aos intercambistas e familiares".
Vantagens – Segundo Madja o intercâmbio "auxilia o desenvolvimento da capacidade de se adaptar a mudanças, do amadurecimento, da responsabilidade; aumenta a oportunidade na carreira e enriquece o currículo, além de ser fundamental para quem quer aprender enquanto se diverte, conhecendo pessoas do mundo todo".
Uma grande vantagem de uma viagem estudantil ao exterior é o contato direto com a cultura local. A dentista Maria Clara Pires, 23 anos, foi ao Canadá com seu noivo, George Barbosa, para aprimorar seu nível de inglês e pôde observar vários aspectos culturais do país. "Tudo e bastante organizado, o serviço público é igual para todos e funciona muito bem. Todas as pessoas têm acesso aos serviços básicos. Qualquer coisa que a pessoa faça errado recebe uma multa, como por exemplo, jogar lixo na rua, atravessar o sinal vermelho para pedestre", afirma.
Os benefícios de uma vivência internacional são grandes e os que podem participar de um programa se sentem diferentes após o retorno ao Brasil. "Sinto-me mais amadurecido depois dessa experiência, passei a enxergar muitas coisas com outro olhar. Aprendi a me virar sozinho, a ouvir e obedecer, controlar a emoção, fazer amizade com pessoas diferentes, ser mais solidário", afirma Breno Rocha, "mini-embaixador" do Brasil nos Estados Unidos.
Agências – Segundo a Belta existem cerca de 50 agências de intercâmbio no Brasil. Izabel Maia, sócia da ELC Intercâmbio, localizada em Recife, afirma que "é indiscutível o papel importantíssimo que a agência de intercâmbio tem nesta experiência do aluno. É esta quem intermedia, prepara e oferece apoio aos intercambistas e familiares".







